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Arquivo pessoal/Instagram
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Mais de 700 organizações, coletivos, institutos, pastorais sociais, catequistas, comunicadores/as, movimentos populares e sociais, Comissões da CNBB, sindicatos, universidades, dioceses e prelazias, bispos, aderiram à Carta de Solidariedade ao Padre Júlio, à População em situação de rua e à Arquidiocese de São Paulo.

Em um trecho a carta ressalta: “Somos testemunhas de um Cristo Vivo, que viveu como pobre no meio dos pobres e que acolheu os indesejados. Por este testemunho Padre Júlio se tornou motivo de ojeriza e rejeição das elites políticas, econômicas e religiosas de seu tempo. Cremos em uma Igreja que não tem medo de escolher o lado dos mais pobres, excluídos e fragilizados, seguindo os ensinamentos do Papa Francisco”.

A Carta foi entregue ao Padre Júlio, por Antonio Funari, presidente da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo (SP), na celebração da Solenidade da Epifania do Senhor, no domingo (07/01/24).

Acesse a íntegra da Carta 

 

Abaixo, acompanhe a leitura da Carta ao padre Júlio

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